05/11 – A dívida do Governo do Estado de Minas Gerais com os 24 municípios da região chega a R$124.369.335,84 e prejudica a folha de pagamentos das prefeituras municipais. Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) Transporte Escolar, Piso Mineiro e Saúde são os setores para os quais os recursos estão atrasados.

 

De acordo com a AMM (Associação Mineira de Municípios), Passos tem o maior montante entre as cidades: as dívidas chegam a quase R$ 49 milhões; seguido por Piumhi (R$ 13.600.000,00); Carmo do Rio Claro (R$ 5.750.000,00); e Cássia (R$ 5.240.000,00).

O Estado deve para Nova Resende R$ 4.396.000,00; para Itaú de Minas R$ 4.283.122,80; para Guapé R$ 4.100.000,00; e para Alpinópolis R$ 4.006.000,00. Na atualização feita pela administração itauense no dia 31 de outubro a divida estava em R$ 5.105,124,00.

A dívida com Ibiraci é de R$ 3.500.000,00; São Roque de Minas R$ 3.050.000,00; Delfinópolis R$ 2.999.000,00; seguido por Conceição da Aparecida R$ 2.696.000,00; e São João Batista do Glória R$ 2.645.000,00.

A dívida do Estado com São Tomás de Aquino é de R$ 2.339.000,00; Claraval R$ 2.230.000,00; Pratápolis R$ 2.189.000,00; Jacuí R$ 2.114.000,00; Capitólio R$ 2.035.000,00; e São José da Barra R$ 2.024.000,00.

Os menores valores são de Capetinga (R$ 1.739.000,00); Bom Jesus da Pemha (R$ 1.608.000,00); Doresópolis (R$ 1.069.000,00); Fortaleza de Minas (R$ 1.056.000,00); e Vargem Bonita (R$ 931.000,00).

De acordo com a AMM, 90% das prefeituras não conseguirão pagar salários e o 13º neste fim de ano, por conta dos atrasos no repasse de recursos pelo governo do Estado.

A AMEG (Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande) solicitou, por meio de ofício, a presença dos prefeitos da região para uma reunião nesta terça-feira (6), na sua sede, em Passos, para a discussão da falta de recursos para os municípios mineiros.

Fonte: Folha da Manhã/Redação